Ku Klux Klan, o famoso KKK não está pra brincadeira

Ao se deparar com a expressão KKK é possível fazer uma associação com a risada comumente utilizada em redes sociais. Mas com certeza os fundadores dessa organização secreta não estavam rindo ao criá-la.

O Ku Klux Klan, que seria o “clã do círculo”, surgiu em 1866 nos Estados Unidos, após o fim da Guerra Civil americana. Tendo por objetivo impedir a integração social de negros, para que se constituísse a supremacia branca no país.

Por meio da violência e com a utilização de um capuz branco e roupão para esconder a identidade, eles aterrorizavam, espancavam, mutilavam e matavam diversos negros.

O governo poucos anos depois começou a enfrentar a organização e acabou por declarar a KKK inconstitucional, o que fez com que esta sumisse até o século XX. Acabou por voltar no estado da Geórgia não possuindo somente o ódio a negros mas, agora também misturava nacionalismo e xenofobia.

A nova organização chegou a ter cerca de 4 milhões de membros e seu novo símbolo se tornou uma cruz em chamas.

Houve um grande número de denúncias de maus tratos, sequestros e homicídios atribuídos ao KKK. Tendo como um dos casos mais famosos o de Madge Oberholtzer, uma professora de literatura que acabou morta após sequestro e violência por Curtiss Stephenson, Grand Dragon de Indiana.

A Ku Klux Klan ainda existe, mas sua força atual é bastante pequena. A maioria dos militantes que defendem a supremacia branca adere a grupos ainda mais fortes como a Nação Ariana e outras.

 

 

 

 

 

A escravidão no Brasil retratada através da música nacional

Não é de hoje que sabemos como cantores renomados como Chico Buarque, Caetano Veloso e Jorge Benjor fazem de sua arte mais do que um simples meio de entretenimento, como também utilizam da mesma para retratar fatos históricos, criticar a sociedade ou até mesmo realizar protestos. Diante da constante desvalorização da cultura nacional pelo próprio povo brasileiro devido às constantes imposições midiáticas à supervalorização da cultura norte-americana ou até mesmo da cultura europeia, é mister pensar o papel da Música Popular Brasileira (incluindo o samba, a bossa-nova e etc) como um forte marco cultural que deve ser reconhecido, pois seu papel têm sido de extrema importância em diversos momentos vividos pelo país.

Aclamando a cultura nacional e relacionando à mesma ao conteúdo estudado em âmbito escolar, deixamos aqui o link da música “Zumbi” (também conhecida como “África Brasil”), composta por Jorge Benjor no ano de 1974, cantada na majestosa voz de Caetano Veloso:

Nas palavras de Alexandre Reis, pós-graduado em história pela Universidade Federal Fluminense, temos uma breve análise da música através de uma perspectiva histórica:

Nas canções de Ben, a temática da escravidão aparece, por exemplo, em África Brasil:

Angola, Congo, Benguela,
Monjolo,Cabinda, Mina,
Quiloa, Rebolo
Aqui onde estão os homens
Há um grande leilão
Dizem que nele há uma princesa à venda
Que veio junto com seus súditos
Acorrentados num carro de boi

Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Angola, Congo, Benguela,
Monjolo,Cabinda, Mina,
Quiloa, Rebolo
Aqui onde estão os homens
De um lado cana-de-açúcar
De outro lado, o cafezal
Ao centro, os senhores sentados
Vendo a colheita do algodão branco
Sendo colhido por mãos negras

Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Quando Zumbi chegar
O que vai acontecer

Zumbi é o senhor das guerras
Senhor das demandas
Quando Zumbi chega
É Zumbi é quem manda

Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Angola
Congo
Benguela
Monjolo
Cabinda
Mona
Quiloa
Rebolo

Os nomes destas localidades foram ressignificados no Brasil, ganhando uma função semântica identitária para designar o indivíduo. Por exemplo: Maria Conga, Joana Kabinda. As identidades e etnias construídas na diáspora podem ser um “guarda-chuva” para outras identidades ainda mais específicas. Um escravo designado no Brasil genericamente como “Mina” pode, por exemplo, pertencer ao grupo étnico dos Mahí.363 Em seguida, a letra da canção faz referência a uma princesa africana que teria sido vendida como escrava. Essa referência à ideia de nobreza africana trazida para o Brasil com reis, princesas e súditos faz parte das historias dos africanos escravizados que circularam em algumas regiões do Brasil. Relaciona-se também com ritos ainda presentes no Brasil como as Congadas, que dramatizam a coroação de “Reis Congo” no Brasil. Tais rituais, que ganharam força no Brasil a partir do século XIX, podem ser considerados como uma rearticulação de batalhas rituais e festejos que ocorriam no século XVII e XVIII em regiões da África como Congo e Angola com festividades do catolicismo. […}

A memória da escravidão ou a recorrência a uma cultura histórica sobre a escravidão também aparece na canção quando o cantor faz referência ao trabalho escravo nas plantações de algodão, café e cana de açúcar.366 Jorge parece querer esquecer o holocausto escravista já que não usa a palavra “escravidão”, ainda assim aciona essa memória e aborda o seu caráter violento. [..]

Outra questão a ser destacada nesta canção é maneira como Jorge Ben constrói a imagem de Zumbi. Este personagem aparece como um Deus guerreiro pronto a vingar as violências cometidas no período escravista: “Eu quero ver quando Zumbi chegar/ O que vai acontecer/ Zumbi é o Senhor das Guerras/ Zumbi é Senhor das demandas”. É possível conjecturar que Ben no referido trecho, está associando Zumbi a Ogum, que tradicionalmente nas religiões afro-brasileiras, como a umbanda e o candomblé, é o orixá do ferro e da guerra. Ademais, “demanda” é uma expressão que nestas religiões quer dizer “feitiço” ou “mandinga”. […]

Ainda sobre Zumbi, importante personagem da história nacional, a partir de 1950, passou a expressar a luta aguerrida contra a dominação violenta da escravidão. Esta interpretação que enaltece Zumbi como símbolo de resistência, da liberdade e da luta contra o racismo ganha mais visibilidade quando encampada pelo movimento negro na década de 1970369. Amílcar Pereira descreve em seu trabalho esse processo a partir da mobilização do grupo Palmares em 1971, sobretudo, quando da instituição do dia 20 de Novembro, data da morte de Zumbi, como um importante marco de memória para o movimento negro. Vale também destacar as interpretações de Ben nesta canção. Ela tem duas versões. Na de 1972, a interpretação do cantor é suave, usando violão, como se fosse uma estratégia deliberada do cantor falar de um tema espinhoso como a escravidão de uma maneira mais leve. Já a interpretação de 1976 é bem mais rápida, mais agitada, com riff’s de guitarra. Nesta última, Jorge quase grita ao interpretar a canção, como se estivesse com raiva. Em entrevista ao programa Roda Viva em 1995, Jorge alegou que esta diferença se deveu a uma mudança de produtor. Independentemente desta declaração, as conjunturas em 1972 e 1976 são diferentes. Em 1972, o Brasil estava sob o governo do ditador Emílio Garrastazu Médici, que favoreceu a chamada “linha-dura” do exército: a repressão policial e a censura ocorreram em larga escala neste período. Já em 1976, o presidente militar era Ernesto Geisel, cujos objetivos eram conter a linha-dura e “distender” o regime. 370 Na segunda metade dos anos 1970, aumenta a mobilização de diversos setores da sociedade brasileira, inclusive das organizações negras e a denúncia da democracia racial enquanto um mito vai se tornando mais intensa. […]

Artigo completo disponível em: http://www.historia.uff.br/stricto/td/1800.pdf

E você, quais músicas conhece que retomam a escravidão no Brasil?

Viva a cultura nacional!

Pan-Americanismo de Simon Bolívar

Em se tratando da independência das nações latino americanas, temos que idéia de uma cooperação continental na América não é recente se considerarmos a iniciativa do “libertador” Simon Bolívar que em 1824 decidiu convocar os países do continente para um Congresso no Panamá. O Congresso contou com a participação da Colômbia, Venezuela, Equador, Chile, Argentina, Peru, México e América Central, porém, tanto o império brasileiro quanto os EUA, embora tenham sido convidados, não enviaram representação.

O termo pan-americanismo derivou da ideia de uma Pan-América cunhado pela imprensa norte americana em 1889. Deve-se observar, que durante o século XIX a Europa foi invadida por movimentos ideológicos internacionais – os “panismos” – que tinham como proposta reunir em torno de um centro dominante países, povos, ou comunidades de parentesco vinculadas as questões étnicas, linguísticas e culturais. Como exemplos podemos citar: pan-germanismo, pan-eslavismo, pan-islamismo e etc.

Para os EUA, o movimento pan-americano deveria incorporar uma série de fatores, como localização geográfica, interesses econômicos e aspirações nacionais que possibilitassem maior aproximação continental. Na realidade, o projeto pan-americano tenta retomar a ideia do bolivarismo, definida no discurso do Simon Bolívar em Angustura.

No caso de Simon Bolívar e sua proposta de Pan-Americanismo, vinha principalmente o interesse político de união entre todos os países da América latina, que falavam linguas latinas. Comparando então com os “panismos” europeus, é possível perceber o cunho cultural e linguistico desta idealização.

Porém, devido à divergência de ideais políticos, a instabilidade das recém independentes nações latinas, o pan-americanismo não se concretizou, como já era possível prever.

Curiosidade: O dia de hoje, 14 de abril é o dia do Pan-americanismo.

 

 

Fontes:AZEVEDO, Francisca Nogueira de. Visões continentais: Projetos políticos e culturais para a América Latina. Salvador,2000-Anais eletrônicos do IV encontro da ANPHLAC

 

 

A Constituição de 1824

A Constituição do Império do Brasil de 1824 foi a primeira constituição brasileira. A carta constitucional foi encomendada pelo imperador Dom Pedro I. Modelada nas ideias francesas e inglesas, com algumas influencias da Constituição Portuguesa, esta Constituição estabelecia quatro poderes.
O estabelecimento da divisão deste poderes é tema do Título III da Constituição:
“Art. 9. A divisão, e harmonia dos Poderes Politicos é o principio conservador dos Direitos dos Cidadãos, e o mais seguro meio de fazer effectivas as garantias, que a Constituição offerece.
Art. 10. Os Poderes Politicos reconhecidos pela Constituição do Imperio do Brazil são quatro: o Poder Legislativo, o Poder Moderador, o Poder Executivo, e o Poder Judicial.
Art. 11. Os Representantes da Nação Brazileira são o Imperador, e a Assembléa Geral.
Art. 12. Todos estes Poderes no Imperio do Brazil são delegações da Nação.”

Observa-se, em tais enunciados, uma explícita ênfase nos “Direitos dos Cidadãos” e nas “garantias, que a Constituição offerece”. Entretanto, a definição de atribuições dos diversos poderes evidencia o interesse em centralizar as decisões e limitar a pluralidade de manifestações, que os redatores viam com certo receio, até justificadamente derivado das recentes experiências internas e externas. Embora caracterizados como “delegações da Nação”, os poderes tenderiam a perpetuar-se às expensas do livre jogo político.
O Poder Moderador está definido no Capítulo I, do Título 5º, indicando:

“Art. 98. O Poder Moderador é a chave de toda a organisação Politica e é delegado privativamente ao Imperador como Chefe Supremo da Nação, e seu Primeiro Representante para que incessantemente vele sobre a manutenção da Independencia, equilibrio, e harmonia dos mais Poderes Politicos.”
“Art. 99. A Pessoa do Imperador é inviolavel, e Sagrada: Elle não está sujeito a responsabilidade alguma.”

Quanto às atribuições do Poder Moderador, a Constituição estabelece as seguintes:
“Art. 101. O Imperador exerce o Poder Moderador
I. Nomeando os Senadores, na fórma do Art. 43.
II. Convocando a Assembléa Geral extraordinariamente nos intervallos das Sessões, quando assim o pede o bem do Imperio.
III. Sanccionando os Decretos e Resoluções da Assembléa Geral para que tenham força de Lei.
IV. Approvando e suspendendo interinamente as Resoluções dos Conselhos Provinciaes.
V. Prorrogando, ou adiando a Assembléa Geral e dissolvendo a Camara dos Deputados, nos casos que o exigir a salvação do Estado; convocando immediatamente outra que a substitua.
VI. Nomeando e demittindo livremente os Ministros de Estado.
VII. Suspendendo os Magistrados nos casos do Art. 154.
VIII. Perdoando e moderando as penas impostas aos Réos condemnados por Sentença.
IX. Concedendo Amnistia em caso urgente, e que assim aconselhem a humanidade, e bem do Estado.”

“O Imperador – consta no Art. 102 – é o Chefe do Poder Executivo, e o exercita pelos seus Ministros de Estado”. “O Poder Legislativo – estabelece o Art. 13 – é delegado á Assembléa Geral com a Sancção do Imperador”. No parecer de Godofredo Autran, insuspeito por ter escrito e lecionado em plena vigência da Constituição imperial, “Dizer-se que o poder legislativo é delegado á assembléa com a sancção do Imperador, é estabelecer o principio de que o Imperador faz parte do poder legislativo”. Fecha-se, assim, o cerco às instituições. A figura do Imperador permeia todas elas. Mais que uma “chave de cúpula”, imóvel e superior na manutenção do equilíbrio das forças sociais, o poder do imperador se estava tornando, simplesmente, uma “chave”, capaz de abrir e fechar todas as portas.

Organograma do Império a partir da Constituição de 1824organograma imperio

Referências:
http://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/historia/constituicao_1824_poderes

Preto Cosme, um nome a se lembrar

 

Cosme Bento das Chagas, nascido em Sobral. Apesar de liberto, foi um dos que sofreu diversas violências cotidianas, junto com outros negros que também almejavam uma vida ao menos mais digna.

Escravo, foi considerado um grande líder, capaz de organizar uma insurreição de escravos, com cerca de 3 mil negros e também libertos. Considerado um dos focos da Balaiada, revolta que ocorreu em 1838 no Maranhão e Piauí, queria abolir a escravidão.

Cosme era alfabetizado, coisa bastante diferente pela sua época, ainda mais pelo fato de ter criado uma escola de primeiras letras na Fazenda da Lagoa Amarela, que era a antiga sede do movimento.

Sua participação foi sem dúvida muito ativa, pois conseguia na maioria das vezes garantir a carta de alforria para escravos, sob coação física.

Mas como em diversas rebeliões, essa teve um final bastante tenso, em que o governo regencial reprimiu com bastante violência, deixando diversos mortos. E Cosme acabou sendo enforcado em 1842, pelo crime de insurreição.

 

 

Referências:

http://www.meionorte.com/blogs/edilsonnascimento/negro-cosme-e-um-heroi-que-precisa-ser-resgatado-no-brasil-230854

http://rebeliaobalaiada.blogspot.com.br/2008/10/carta-atual-deu-mais-solidez-poltica-ao.html

A Bandeira do Brasil Imperial

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Bandeira do Brasil Imperial

A declaração de independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822 em no dia 18 desse mesmo mês Dom Pedro I assinou os três primeiros decretos do império independente. O terceiro destes decretos? A implantação da nova bandeira.

Os símbolos da bandeira:

  • O retângulo verde: Representa a Casa de Bragança (casa reinante portuguesa da família de Dom Pedro). Por outro lado, segundo Dom Pedro I,  simboliza o país da eterna primavera.
  • O losango amarelo: Representa a Casa de Habsburgo (da família de Dona Leopoldina).
  • Brasão do centro da bandeira: Brasão do império
  • Ramos de vegetais: Ramos de duas riquezas do império: café (à esquerda) e tabaco(à direita). São unidos pelo “fitão nacional”.
  • Cruz ao centro: É a Cruz de Cristo, que remete à Portugal e a Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo
  • Esfera armilar: Símbolo do poder “majestático” em Portugal. Esfera formada por círculos metálicos.
  • Faixa azul com estrelas: As estrelas representavam as províncias do Império. 19 estrelas para 19 províncias.
  • Coroa: Coroa Imperial (diferente da coroa real, que está presente na bandeira anterior).
  • Cruz acima da Coroa: Significa que Deus está acima do Imperador.

Fontes:

http://www.monarquia.org.br/-/obrasilimperial/Bandeirashistoricas.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_do_Brasil
http://www.brasilimperial.org.br/layout/layout2.php?cdConteudo=34&codigo=24

As mulheres na Comuna de Paris

Muitas vezes a participação das mulheres na história foi encoberta, ocultada ou subestimada, porém, na Comuna de Paris sua participação foi tão importante que é difícil não citá-la.

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Louise Michel com o uniforme dos “communards”

Destas mulheres, várias se tornaram famosas como Louise Michel, Nathalie Lemel ou Elisabeth Dmitrieff mas milhares permanecem desconhecidas. A maioria delas eram trabalhadoras e todas eram de valor admirável, zelo e abnegação.

Em 18 de março, no primeiro dia da Comuna, foram elas que aclamavam para a insurreição. Louise Michel e muitas parisienses preveniram tropas enviadas pelo governo para recuperar os canhões de Montmartre e convenceram os soldados a confraternizar com os insurgentes.

Em 9 de abril de 1871, sob o impulso de uma operária, Nathalie Lemel, e uma professora aristocrata russa, Elizabeth Dmitrieff, trabalharam pela organização “União das Mulheres para a defesa de Paris e para cuidar dos feridos”, a primeira associação do sexo feminino organizada.

Durante a “Semana Sangrenta”, entre 22 e 28 de maio de 1871, muitas mulheres que estavam à frente dos Comitês, clubes e demais organizações reforçaram as barricadas que ainda resistiam às investidas dos soldados ligados a Versalhes e dos prussianos. Muitas delas morreram em combate ou mesmo executadas. Outras ainda foram presas, julgadas e muitas foram deportadas.

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Entretanto, na prisão ainda mantinham o espírito revolucionário e de contestação da ordem que as oprimia. Muito mais do que os “communards”, elas eram caluniadas, humilhadas, destratadas, apelidadas de “pétroleuses” e violentadas pelos vencedores e jornalistas reacionárias, demonstrando o importante papel que ocupavam durante a epopeia revolucionária que durou 72 dias e o terror que inspirou aos ricos.

Referências bibliográficas: 

PINTO, Thiago dos Santos. Mulheres na Comuna de Paris, 1871. Disponível em: <<http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiageral/mulheres-na-comuna-paris-1871.htm>&gt;. Acesso em 15/03/2016.

As Mulheres da Comuna de Paris. Disponível em: <<https://mfprio.wordpress.com/2014/03/19/as-mulheres-da-comuna-de-paris/>&gt;. Acesso em 15/03/2016.